quinta-feira, 10 de junho de 2010

Amar você





→♥Especial dos namorados♥←







S2 Talvez, quem não viveu não entenda o significado de tamanho sentimento. Pra saber oque é tem que viver.
Até pra mim que já passei por isso é dificíl explicar, quando o vejo parece que nada mais existe, entro em outra dimensão, só escuto o som da voz que vem da tua boca, minha atenção fica completamente voltada pra ele.
Quando estou só penso nele, imagino-me com ele, sonho coisas que na realidade jamais iria acontecer, quem sabe o ''amor'' não isso sonhar com o impossivel, ver coisas que podem até estar baseadas no real, mas só esxiste em nossas mentes.
Em fim, seja lá o que for amar, é uma das melhores coisas do mundo e se você for correspondido... isso sim é a melhor coisa do mundo.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Namoro e relacionamento: especial dos namorados


Pensando no dia dos namorados preparei uma matéria super legal abrangendo esse tema que é tão temido entre os casais.


''Desconfiança''




S2 Todos os dias recebemos muitas mensagens de mulheres que estão tendo dificuldades para encontrar alguém para um relacionamento sério. As queixas variam. Por exemplo, dizem que os homens simplesmente desaparecem após um ou mais encontros, quando tudo parecia ir bem. Há também aquelas que se decepcionam com os que dizem querer namorar, mas, na verdade, estão apenas em busca de sexo. Falam ainda sobre homens que se declaram solteiros, mas na verdade são casados ou ainda estão “enrolados” com alguma ex. Todas essas queixas fazem a tarefa de encontrar alguém para uma relação séria parecer impossível. Mas será que é assim mesmo? Analisemos então “o outro lado da moeda”. Há muitos homens que também nos escrevem relatando sua dificuldade em encontrar uma mulher para um namoro. Alguns falam que elas declaram ter a intenção de ter uma relação séria, mas na prática não é isso o que querem. Outros se queixam de que as mulheres estão muito “defendidas”, como se as frustrações com relações anteriores as tivessem deixado dessa maneira. Lendo essas mensagens e as que citei antes, tenho a impressão de que homens e mulheres não estão conseguindo encontrar um ao outro! Outro tipo de mensagens escritas por mulheres podem nos ajudar a pensar. Em diversas delas, muitas mulheres mostram-se bastante desconfiadas em relação aos homens. Em geral falam de homens com quem começaram a se relacionar há pouco tempo. Ou conversam apenas pela Internet, ou tiveram poucos encontros. Mesmo estando a relação bem no início, os homens mostram-se “encantados” com elas. Falam em amor, fazem planos, dizem que elas são tudo o que eles sempre sonharam, dizem querê-las a seus lados sempre. Toda essa demonstração de afeto parece encaixar exatamente com o que elas desejam, mas... Elas desconfiam! Em suas mensagens, perguntam se isso é possível, se eles podem estar mentindo, se estão indo rápido demais. Mostram-se assustadas com todo o envolvimento deles. Uma mulher chegou a nos enviar uma mensagem em que reproduzia o texto integral de um email enviado pelo homem com quem ela está se relacionando. A desconfiança era tanta que ela quis que a lêssemos e a analisássemos, sem pensar no quanto poderia estar expondo este homem.


Ter um relacionamento não é algo simples, mas está longe de ser impossível. Poder olhar para si, refletir sobre os próprios pensamentos e atitudes e perceber o quanto acabamos, sem querer, colaborando para nosso próprio insucesso é um bom começo! Como disse Shakespeare, “nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar”. Por isso, perceber as próprias inseguranças e ter a coragem de arriscar são essenciais para que um relacionamento dê certo. Boa sorte!

Menores doadores


S2

O Ministério da Saúde vai rever as regras sobre a doação de sangue no país. Nesta quarta-feira (2), o órgão publicou no Diário Oficial da União uma proposta sobre o assunto, que agora entra em consulta pública por 60 dias, para que a sociedade dê sugestões sobre o tema. Uma das mudanças é a permissão para que adolescentes de 16 a 17 anos também possam doar sangue, mediante autorização dos pais – hoje, apenas as pessoas de 18 a 65 podem doar. Idosos de 65 a 68 anos também devem entrar no grupo que pode fazer a doação.
Na verdade, essa proposta faz parte de uma mudança maior nessa política no Brasil. Atualmente, as regras sobre a doação estão em uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de junho de 2004.
Com essa consulta pública, o ministério vai criar uma nova Política de Procedimentos Hemoterápicos, assumindo essa regulamentação. A Anvisa vai tratar apenas da parte sanitária (regras para manipulação, conservação, transporte e etc.).
O governo diz que, com o aumento da faixa etária, 13,9 milhões de pessoas serão estimuladas a doar sangue. Hoje, 1,8% da população tem essa prática, o que resulta em 3,5 milhões de bolsas por ano, quando o ideal seriam 5,7 milhões.
Nos EUA, a associação americana de sangue (ABB) já aprovou que jovens com 16 e 17 anos e idosos acima de 65 anos possam doar. O sistema americano já adota estes novos critérios de idade, assim como a Europa. A decisão de ampliar para idosos com até 68 anos também vai ao encontro da tendência de crescimento da expectativa de vida da população brasileira.
Durante a consulta pública, o governo vai receber sugestões e alterações da comunidade científica e outras organizações. Mas a última palavra sobre o assunto ficará mesmo com o ministério, que deve publicar definitivamente as novas regras em setembro de 2010.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Mulheres abusam do álcool para emagrecer


S2A anorexia alcoólica é basicamente um mal feminino, pois atinge dez mulheres a cada homem e está intimamente ligado a quadros de anorexia nervosa, bulimia (compulsão alimentar seguida de vômito) ou outros tipos de transtornos alimentares. Abusar do álcool, neste caso, passa a ser duplamente satisfatório, pois torna-se útil para reduzir o apetite e para mudar a visão de realidade.
A anorexia alcoólica é um distúrbio duplo, pois envolve a anorexia e o alcoolismo, explica a psiquiatra Angélica Claudino, do Proata (Programa de Orientação e Assistência a Pacientes com Transtornos Alimentares), da Universidade Federal de São Paulo.
No caso específico da anorexia aliada ao abuso do álcool ou alcoolismo a questão é que ela não se sustenta por muito tempo, segundo a psiquiatra.
- O álcool pode reduzir um pouco o apetite, assim como as anfetaminas, e faz a pessoa se manter em pé, porque tem caloria. Mas é uma caloria vazia, que não nutre nada. Não é verdade que uma pessoa pode viver só de álcool. Não existe ninguém que vai muito longe com as calorias contidas nele.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Gene cria imunidade natural contra HIV




Após contaminação pelo HIV, é geralmente uma questão de tempo até que desenvolva Aids




Quando alguém é infectado com o vírus HIV, é geralmente uma questão de tempo até que desenvolva Aids – período que pode ser ampliado com a introdução de tratamento medicamentoso, especialmente nos estágios iniciais da infecção.
Mas há um pequeno número de indivíduos que, mesmo exposto ao vírus, leva muito tempo para apresentar sintomas. E, em alguns casos, a doença simplesmente não se desenvolve.
Na década de 1990, pesquisadores mostraram que, entre aqueles que são naturalmente imunes ao HIV – que representam 1 em cada 200 infectados –, uma grande parte carregava um gene específico, denominado HLA B57. Agora, um grupo de pesquisadores nos Estados Unidos revelou um novo fator que contribui para a capacidade desse gene em conferir imunidade.
O estudo é destaque na edição desta quinta-feira (6/5) da revista Nature. O grupo, liderado pelos professores Arup Chakraborty, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e Bruce Walker, do Instituto Médico Howard Hughes, descobriu que a presença do HLA B57 faz com que o organismo produza mais linfócitos T – glóbulos brancos que atuam na proteção contra infecções.
Pessoas com o gene têm um número maior de linfócitos T, que se grudam fortemente com mais pedaços do HIV do que aqueles que não têm o gene. Isso aumenta as chances de os linfócitos reconhecerem células que expressam as proteínas do vírus, incluindo versões mutantes que surgiram durante a infecção.
Esse efeito contribui para o controle maior da infecção pelo HIV (e por qualquer outro tipo de vírus que evolua rapidamente), mas também torna as pessoas mais suscetíveis a doenças autoimunes, nas quais os linfócitos T atacam as próprias células do organismo.
“A descoberta poderá ajudar pesquisadores a desenvolver vacinas que provoquem a mesma resposta ao HIV que ocorre naqueles que têm o gene HLA B57. O HIV está se revelando lentamente. Essa descoberta representa outro ponto em nosso favor na luta contra o vírus, mas ainda temos um caminho muito longo pela frente”, disse Walker.
“Esse é um estudo notável, que começou com uma observação clínica, integrou observações experimentais, gerou um modelo valioso e derivou desse modelo um conhecimento profundo do comportamento do sistema imunológico humano. Raramente alguém tem a oportunidade de ler um artigo que expande tão grandemente o conhecimento humano”, disse David Baltimore, professor de biologia do Instituto de Tecnologia da Califórnia e ganhador do Nobel de Medicina e Fisiologia em 1975.